Eu conheço as raízes de minha existência.
Minha história, um mosaico fascinante,
Tece os fios do que sou e do que me tornei.
Compreendo o caminho que me trouxe até aqui,
E celebro a metamorfose que se desenrola em mim.
Sou grata pelas escolhas que moldaram meu ser,
E aprecio as construções que ergui até hoje.
Amo o que faço,
E a essência do meu fazer ressoa em cada ato.
Valorizo a imperfeição, o erro que ensina,
E o aprendizado que brota das minhas limitações.
Gosto do ritmo da vida, do processo que me transforma,
Desconstruindo e reconstruindo a cada nova experiência.
Amo o fluxo incessante da existência,
As mudanças que me esculpem, como um artista à obra.
Aprecio o envelhecer,
A riqueza que cada dia traz, mesmo nas dores e angústias.
Mesmo quando a experiência se revela um incômodo,
Sentir é um privilégio, uma dádiva que acolho.
Não espero muito da vida;
O que vier, que venha, é o que deve ser.
Não sou apenas um corpo; sou a manifestação do corpo,
Que se move, que sente, que me permite viver e criar.
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